Pfizer promete entregar 14 milhões de doses da vacina ao Brasil até junho, diz governo

Pfizer promete entregar 14 milhões de doses da vacina ao Brasil até junho, diz governo



 A farmacêutica americana Pfizer se comprometeu a antecipar para maio e junho a entrega, ao Brasil, de cinco milhões de doses da vacina contra a Covid-19. Com isso, a empresa deve disponibilizar 14 milhões de doses ao país até o fim do primeiro semestre.


 


A informação foi passada pelo Ministério da Saúde em entrevista coletiva na manhã desta segunda-feira (8), após reunião do presidente Jair Bolsonaro com representantes da Pfizer. 


 



"O que que o presidente da Pfizer garantiu ao presidente Bolsonaro hoje? A antecipação de 5 milhões do segundo semestre para maio e junho. Ou seja, dos 9 milhões que nós tínhamos previstos, se incorporarão mais 5 milhões de doses, passando para 14 milhões explicou Airton Antônio Soligo, assessor especial do ministro Eduardo Pazuello.


 


Segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, o contrato com a Pfizer está "praticamente fechado", e a prioridade do governo federal será a vacinação em massa.


 


"Nós todos sabemos que a solução no Brasil agora é vacinar, para manter justamente a imunidade da população e, ao mesmo tempo, permitir também a preservação dos sinais vitais da economia brasileira. É o que nos interessa porque economia e saúde andam juntos", declarou.


 


Guedes afirmou também que a perspectiva para os próximos meses é de acelerar a imunização no Brasil. Ele leva em conta o aumento na produção diária de doses pela Fiocruz, que fabrica a vacina de Oxford, e as negociações em curso com outros fabricantes, como a Janssen, para compra de mais imunizantes.


 


"Nós estávamos já negociando há bastante tempo com a Pfizer e havia um problema de escala, nós precisamos de uma escala maior e esse foi o pleito do presidente", afirmou Guedes.


 


"E o presidente Bolsonaro também fez um apelo, do ponto de vista do Brasil, exatamente para nós acelerarmos as nossas negociações basicamente visando escala", completou o ministro.

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